Re::inovar

Quando começar a ter ma's relacc,oes com o seu velho teclado, reinvente-o!!!... ou de-o ao Joao Sabino que sabe muito bem o que fazer com ele!!!!!



Mail Art

(Em papel. Imagem extraida do blog da IUOMA )

A história ‘e rica em exemplos creativos remetidos através do correio. O exemplo mais familiar são ilustrações feitas nos envelopes cujos filatelistas referem como as primeiras edições de porte postal editados no próprio dia. Os artistas adeptos do Mail Art reivindicam que esta arte começou quando Cleopatra tinha entregado a Julio Cesar em um papiro enrolado. Contudo talvez a gênese inicial estivesse nos artigos de papelaria postais, de que o Mail Art é agora tipicamente distinguida. O primeiro exemplo disso foi o projeto pictórico criado pelo artista que inglês William Mulready (1786-1863) para reprodução de involcros ou de envelopes pré-pagos (Penny-Post) na Grâ Bretanha no ano de 1840. Esta ideia não teria sido muito bem recebida pelo publico e vários cartonistas e outros artistas produziram versões de satira. Entretanto, reconheceu-se que uma adjunção inovativa e poderosa de comunicação andava sobreposta ao serviço básico de correio tinha-se tornado disponível e nos 50 anos consequentes deu-se inicio ao envio de milhoes de envelopes pitorescos numa enorme variedade proveniente de todo o mundo.Como forma de arte, o gênero produziu trabalhos que variam do anúncio comercial e industrial direto cômico e satírica à promoção de causas sociais tais como o comércio justo, a paz, a fraternidade do mundo e a abolição da escravidão. Os exemplos existem de envelopes pictóricos da propaganda com os motivos patrióticos produzidos por ambos os lados durante a guerra civil americana. O uso entusiástico deste meio sobreposto continuou durante todo a segunda metade do século XIX, até administrações dos correios no mundo inteiro começarem a autorizar o uso dos postais-retrato, que foram primeiramente colocados ‘a venda em todas as estação de correios em Áustria-Hungria a 01/Outubro/1869.

Actualmente a Nervousness.org e União Internacional de Artistas do Correio (IUOMA) são os grupos de Mail Art mais antigos onde qualquer um pode aderir para trocas mundiais envolvendo milhares de participantes de 50 países e utilizar os correios como meio de expressar uma forma de arte cujos artistas adeptos trocam tipicamente coisas efêmeras sob a forma de envelopes decorados ou ilustrados, postais, selos, livrinhos de amizade, etc...

Neste grupo Art2Art faz-me o mesmo tipo de troca, contudo os envelopes são bordados como estes:

E em LENNUN TEKELEET organizam-se trocas de Mail Art em ponto cruz como este exemplar bordado pela Lena-Lou.



(autoras desconhecidas)

Porta-Chaves (Chaveiro)


Tutorial: (clique nas imagens para ampliar)

Beleza paisagistica em Renda!


Lace Fence (em ingles) ou Cerca de Renda foi projetada por Joep Verhoeven em 2005 quando ainda estudante. Era parte do seu projeto de graduação na Academia de Design Eindhoven e posteriormente exibido durante"Feira de Mobília" em Milão, Abril 2006, onde ganhou o premio arquitectónico do mes pelo material usado: estrutura metálica com revestimento em aço, tendo sido baseado nas cercas de segurança de producao fabril e nos elementos decorativos dos esquemas tradicionais de Renda.

Esta mistura de referência industrial com as artes de ofício, é agora um tema comum no projeto contemporâneo do design Holandes da empresa Demakersvan, que cria uma nova visao paisagistica com ambientes unicos!

Simples de começar


Uma sugestão para os retalhos que tem e vai ver que depois de seguir as instruções, ainda descobre que se tornou fã de Quilting!


(clique nas imagens para visualizar melhor ou imprimir)


Um pouco de Quilting

A palavra quilt provém do latim culcita, uma espécie de colchão ou almofadão preenchido com algo macio e quente (assim como penas, la ou cabelos) e usado para deitar ou cobrir. Quilting, que significa acolchoamento, e Patchwork são parceiros no mundo do artesanato, e têm estado juntos por milhares de anos.


As razões para se fazer um quilt são diversas: eles podem ser simplesmente algo para manter as pessoas quentes; eles podem ser cópias de velhos quilts, celebrando o passado; eles podem brincar com padrões e texturas de tecidos por puro prazer, pelo exercício e pela beleza do resultado.

Histórico
Evidências da existência do quilting retrocedem a vários séculos antes dos romanos. Um tapete funerário, achado na Rússia no chão do túmulo de um chefe, e datado de algo entre 100 a.C. a 200 d.C., é provavelmente o item mais antigo de quilting que sobreviveu.


Detalhe de um quilt
Um dos mais importantes usos do quilting em muitas sociedades antigas foi na confecção de armaduras pessoais e usados especialmente pelos exército da China, do Japão, da Índia e através da Europa, até a Idade Media, pois forneciam uma defesa efectiva contra golpes de espadas, lanças e flechas. Foram encontrados também alguns artigos sobreviventes ocasionais na Sicília, que datam do final do século XIV.
Apesar da referência ao quilt ocorrer quase exclusivamente nos relatos e inventários das famílias das classes superiores da Idade Media, é razoável supor que mulheres das famílias pobres também faziam quilts. Alguns exemplos de quilting inglês datam do começo do século XVIII.
Patchwork e quilting eram ocupações comuns na maioria das sociedades, até que revestimentos e cobertas de cama passaram a ser manufacturados e ganharam disponibilidade geral. Só após isso passaram a ser associados aos pobres, que não podiam adquirir manufacturados e peças prontas. Esta associação entre patchwork e pobreza durou ate a mudança dos padrões sociais, após a Segunda Guerra Mundial, quando as mulheres começaram a sair de casa para trabalhar.


Trabalho em patchwork e quilting
Na América do Norte, especialmente nos Estados Unidos, patchwork e quilting faziam parte da cena social, particularmente nas áreas rurais, onde eram praticados desde os tempos da colonização. Serviam como ferramenta de sobrevivência, de escape social devido a cooperação na montagem de itens grandes e, em geral, eram a única forma de expressão criativa de mulheres que muitas vezes viviam em lugares isolados. A execução de "blocos" certamente se desenvolveu por razões simples e práticas, pois eles eram fáceis de carregar quando a família se mudava e podiam ser trabalhados em horas ociosas tanto de períodos de mudança quanto em espaços pequenos.
O quilting estadunidense é o que tem tido maior influência nos anos recentes por todo o mundo, particularmente em lugares como Austrália e Japão.



Referências

Uma forma diferente de exibir as obras de arte la em casa!



{ Frédérique Morrel } Fundadora e Criadora da Frédérique Morrel SARL sentiu-se inconformada quando viu as tapeçarias feitas pela sua avo acabarem no lixo, quando esta faleceu. Desde então, Frédérique encontrou um interessante conceito de reciclagem para estes e outros trabalhos irreconhecidos bem como outros artefactos anónimos e desvalorizados.

Encontre mais informação aqui.

Organizador

Trata-se de um organizador a colocar entre o colchão e a cama para arrumar aquelas pequenas coisas que precisa de manter por perto (óculos, controlo da tv, o livro que esta a ler...) mas que não quer amontoar na mesinha-de-cabeceira... ou no sofá...

As instruções estão aqui (site em Inglês).

{ se necessita de ajuda na tradução: http://babelfish.yahoo.com/ }

Para onde vai o Brinde?!



...bem poderia ser para uma caixinha destas elaborada por si!


Se a ideia foi bem aceite, o molde e' este:





mas se preferir outros formatos, há mais aqui (site em Inglês).

Uma forma de aproveitar restos de cores!

Primeiro finge-se que se vai fazer um casaco e começa-se um dos lados,


depois faz-se o outro lado e as costas;


mas como a largura não esta boa e não se quer desmanchar, improvisa-se e


fazem-se duas tiras com outras cores, do comprimento dos lados que já se tem...


Como ate da um aspecto engraçado, faz-se mais uma tira colorida e coloca-se ao meio!


(nesta fase já deixou de ser casaco e passou a colete!)


Ora, entretanto falta ajustar o comprimento e como a la ainda chega,


cosem-se as partes que já se tem


e agora acrescenta-se em godé tudo 'a volta para baixo!!!


Não esquecer as mangas e a gola!


E o resultado e' este:



Como achei que ainda estava pouco estranho,


lembrei-me de fazer um aplique para coser 'a frente!!


(Para que desta vez não sobrasse mesmo la nenhuma!! =)

À luz de velas...


Experimente redecorar aquele abat-jour com miçangas... além de iluminar, vai deixar o ambiente da casa agradável e acolhedor!

Material
• 10 m de fio de metal ou cobre
• 70 g de miçangas (transparentes)
• 1 uma base de ferro com suporte para vela

Modo de fazer :
1. Disponha as miçangas ao longo do fio de cobre, deixando livre um pedaço de 10 cm de cada lado. Enrole uma das pontas no começo da base, dando várias voltas para ficar bem preso.

2. Passe o fio pela volta da base de ferro até cobri-la por completo. Deixe-o bem esticado. Quando terminar, arremate enrolando a outra ponta no fim da base e já está!!

Vamos brincar??



As roupinhas estão aqui...